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O Chinês Feliz

Blog sobre duvidas existencias como decidir quem come o último brigadeiro, como influenciar amigos e fazer pessoas e qual sabão em pó tem a propaganda mais pentelha. Patrocinado pela lavanderia do Chinês Feliz. Apoio FUNDAÇÃO LAO TSE TSE para o bem-estar de Lao Tsé Tsé.

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quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Estória do mundo aegundo brookie Shields 2

Capítulo Dois: As Primeiras Civilizações
É chamada de História a fase a partir da qual passam a existir relatos da humanidade em que havia, já, a escrita. Nosso breve, contundente e intumescido relato da Estória do mundo segue pela mesma via.

Cronologicamente falando, após a queda de Atlântida, continente místico e grande produtor de chanchadas antigas, o mundo presenciou, além de gibis do Conan, um monte de civilizações bizarras e esquisitas, das quais destacavam-se as que nos deixaram algum relato em argila ou papiro. As que não deixaram nem um bilhetinho ou recado na secretária eletrônica, nos recusamos a falar até que recebamos um pedido formal de desculpas!

MESOPOTÂMIA: foram os antigos povos da Mesopotâmia, que significa "Povo Entre Rios", os primeiros a deixarem algum registro por escrito em argilas. Escrever em argilas era um pouco complicado principalmente porque para os mesopotamiozinhos era um inferno carregar a mochila para a escola, precisando de uma multidão de escravos apenas para levar o livro infantil "O Natal de Mitra". Mitra, por coincidência, nasceu em 25 de dezembro, fato descoberto pela Igreja Católica quando queria que as pessoas passassem a ser cristãs. Coincidências. O mito cristão do "dilúvio" teve origem com este povo através das aventuras de Gilgamesh, que era o rei da cocada babilônica. Ele buscava a imortalidade, o que significa, para alguns estudiosos, a descoberta primeva de sua condição finita, não apenas do herói, mas de toda a humanidade. Para a gente isso significa apenas que ele não queria morrer. Os jardins suspensos da Babilônia eram uma espécie de Parque do Ibirapuera antigo. Muitas outras são as coisas que os mesopotâmios fizeram, mas não vamos falar mais deles, que argila faz uma meleca.

EGÍPCIOS: Os egípcios surgiram no Egito. O Egito se dividia entre o Alto e o Baixo Egito. Eles construíam pirâmides e eram narigudos (razão pela qual o nariz da esfinge caiu). Dizem os historiadores que eles eram um povo com forte conhecimento matemático e que acreditavam que a vida eterna dependia da conservação do corpo, razão pela qual criaram as múmias, a estética e a cirurgia plástica. Também é por esta razão que quando fazem propaganda de xampu usam uma mulher maquiada como egípcia, ou seja, ninguém conserva você com cara de múmia como um xampu egípcio. Nossos informantes nos dizem, inclusive, que as primeiras múmias estavam enfaixadas pela tentativas toscas de cirurgia plástica, que eles utilizavam. A única egípcia realmente bonitona era a Cleópatra, que além de ser a cara da Elizabeth Taylor (antes de parecer um camelo), era muita areia para o caminhãozinho (ou biga) do Júlio César. Não era demais para o caminhão (ou biga) do Ricardus Marco Antônio, mas que brincava de serpente com ela quando ninguém estava por perto (fora os escravos eunucos). Isso é que era sacanagem!
As pirâmides são um espetáculo à parte no Egito. Foram construídas por milhares de escravos que gentilmente doaram seu tempo e vidas para estas obras, recebendo generosas chibatadas em troca. Houve também muitas negociatas realizadas durante a arrecadação de verbas; denúncias afirmam que os faraós cobravam impostos faraônicos sobre elas. As pirâmides têm, como todos sabem, dois lados: o de fora, que parece legal, mesmo estando aos cacos, e o de dentro, que, tal qual as paredes das cavernas primitivas, foram grafitados por adolescentes da antigüidade.

Elas foram feitas para preservar as riquezas dos faraós a salvo de ladrões. Sua lógica era simples. Construir uma coisa colossal, quadrada e gigantesca no meio do deserto; encher de ouro e jóias; depois, esperar que ninguém pensasse em procurar lá pois todos diriam: "não, ninguém é tão burro assim...". Pensamento parecido aconteceu quando a CBF expôs a Taça Jules Rimet e guardou a cópia em um cofre. A história se repetiu, pois, uma vez mais.